quarta-feira, 11 de junho de 2025

Prévia dramática para a COP30 em Belém, Pará, Brasil

Ontem, 10/06/25, por volta das 22:00 horas  fui surpreendido por um cheiro forte de fumaça, na sala de meu apê(16 andar), bairro da Pedreira. Olhei na janela e vi um triste cenário: o céu de Belém tomado por uma forte e densa fumaça!

Avaliei e cheguei à conclusão que sua origem está localizada à cerca de 19 km daqui, aproximadamente. O famoso e interminável Lixão do Aurá, Ananindeua, área de descarte de lixo da Área Metropolitana de Belém, que está interditada à vários anos mas que continua a receber "clandestinamente" - ká, ká, ká!!! - o lixo. O triste, maléfico e vergonhoso cenário continua no dia de hoje, 11/06/25. Uma desgraçada prévia para a cidade que receberá a COP30. Com a palavra e ação os poderes constituídos! Cadê vocês?








sábado, 7 de junho de 2025

Meu amigo de fé, meu irmão camarada

 


Recebi hoje, 07/06/25, meu amigo de fé, meu irmão camarada, Dr. Médico Veterinário Júlio Cláudio de Souza Carneiro, ex-aluno da FCAP/UFRA. Ficamos o dia inteiro conversando matando  saudade e recordando nossas ações de décadas atrás. 

Amigos e irmãos para sempre!











"AMIGOS" (VINICIUS DE MORAIS)

Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...

Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...

Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...

Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...

Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...

Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!!

Vinícius de Moraes




segunda-feira, 2 de junho de 2025

O incrível e fantástico Circo no mundo de hoje

Acesse, Veja e leia a crônica que escrevi e publiquei no site WEBARTIGOS: 

O incrível e fantástico Circo no mundo de hoje

Por Carlos José Esteves Gondim | 02/06/2025 | Crônicas


Em minha infância e juventude fui a diversos circos. Era, na verdade, um evento comemorado com muita alegria e entusiasmo por todos em toda a cidade. Os anos eram 1960 – 1970. Naqueles anos as diversões na capital paraense eram digamos, quase todas presenciais – para usar uma palavra da moda atual. A televisão era uma novidade recente, porém, de certa forma monótona. Assim, ir aos circos, cinemas, teatros, arraiais, praças, bosque e museu eram os passeios e atrações dominicais das famílias, sem contar com os clubes, campos de futebol, balneários, piscinas e praias próximas. Os circos que periodicamente acampavam em praças ou em áreas abertas como a do Entroncamento, especialmente nas épocas das festividades como o Círio de Nazaré, eram os mais esperados e frequentados por todos anualmente. Eu e minha família íamos sempre que um circo anunciava sua chegada. Era “batata”! Sabendo que um circo tinha chegado, meu pai e minha mãe organizavam e lá íamos nós, alegres e ansiosos para ver as estripulias dos palhaços e as novidades das atrações anunciadas pela cidade. A mais esperada era o Globo da Morte, em que malucos motociclistas aprisionados em uma esfera metálica oca que mal cabia uma ou duas motos, e, dado o sinal partiam em manobras ensurdecedoras, velozes e quase incríveis, diante dos olhos espantados e arregalados dos expectadores.

As atrações eram inúmeras e diversificadas. Desde os insubstituíveis palhaços até shows de acrobacias, malabarismos, mágicas, domadores de animais, contorcionismo, equilibrismo, ilusionismo, engolimento de espadas e fogo, dentre outras. Quase sempre a sessão encerrava com a apresentação do incrível Globo da Morte, a mais esperadas das atrações circenses, como já referi anteriormente. Eram momentos da mais pura adrenalina e da mais plena felicidade. Voltávamos para casa leves e felizes. E certamente intrigados: – Como eles conseguiam fazer tudo aquilo no picadeiro sem errar? – era a pergunta que eu também me fazia. Ao redor dos circos – arenas circulares pra espetáculos e competições, segundo a Wikipédia – víamos caminhões, automóveis, trailers, cercados, enfim toda uma estrutura organizadamente instalada, porém, provisória. Eram circos itinerantes. Muitos tinham ciganos – povos com origem na Índia, com uma história nômade e uma cultura rica e diversificada. São conhecidos pela sua musicalidade, dança, artesanato e tradições orais (segundo a Wikipédia). Sua fama era a quiromancia – prática que busca interpretar o futuro e a personalidade de uma pessoa através das linhas e características da palma da mão. Alguns frequentadores das sessões se aventuravam nessa façanha. Assim eram os circos de então.

Recentemente fui eu e minha família a um espetáculo de circo que acabava de chegar em Belém. Estava montado em uma área do estacionamento de um shopping e tinha acabado de estrear. Foi uma renovada sensação. Um pouco mais de cinco décadas passadas, aqueles mesmos sentimentos afloraram novamente. Como eles conseguiam realizar tantas acrobacias, gestos e ações em um novo cenário tecnológico? Sim, o mundo mudou e com ele os circos. Não se tem mais as presenças de animais como os bravos e domados leões; os inteligentes elefantes, cavalos e cachorros todos rigorosamente adestrados, dentre outros. Nem os estranhos e cordiais ciganos domadores de ursos, do ilusionismo e das exibições com cavalos e que vez por outra, abordavam os frequentadores para lhes ler as mãos. O cenário do espetáculo transformou-se em uma verdadeira casa de eventos com balés, danças, DJs, cenários, coreografias, luzes e sons sincronizados com as ações das atrações que aconteciam no picadeiro. Estruturas físicas do picadeiro, – agora chamado de arena –, assentos classificados em diversas categorias, de acordo com as suas posições e distâncias da arena. Acessos de entrada e saída estabelecidos segundo as normas de segurança, praça de alimentação e abordagem direta ao expectador preguiçoso e comodista usadas antes, durante e depois das sessões, são algumas das evoluções e avanços observadas. Interações com o público que quase sempre eram meros expectadores passaram a ser protagonistas de rápidas, alegres e emocionantes brincadeiras comandadas por uma marota “palhaça” – Sim, as mulheres assumiram com alegria e competência papéis antes dedicados quase sempre aos homens. As ações de equilíbrio, sincronicidade, coragem, harmonia – algumas das qualidades presentes – me encheram de profunda emoção. Como eles conseguiam isso vivendo em um mundo tão conturbado, intolerante, trágico e veloz como o atual?

Em uma análise certamente emocionada, porém, objetiva, concluo com a mais profunda alegria e felicidade que o circo é uma comunidade – ou seria um universo? – integrada e equilibrada, física e mentalmente falando. Todos e todas que pertencem ao conjunto circense funcionam como um organismo integral harmônico. Em todos os aspectos comportamentais, de saúde, de alimentação, de habitação, de rotina de trabalho, de sociabilidade, enfim, toda uma humanidade contida dentro e fora do picadeiro! Em todas as horas do dia e da noite! Parece que estamos todos em uma outra dimensão. Não existem guerras, conflitos raciais, intolerância religiosa, competição desenfreada, enfim, a fraternidade prevalece.

Que bom que existem circos!

Obrigado a todos vocês, circenses terráqueos!

https://www.webartigos.com/artigos/o-incrivel-e-fantastico-circo-no-mundo-de-hoje/173918




sábado, 31 de maio de 2025

domingo, 18 de maio de 2025

quinta-feira, 15 de maio de 2025

Quase pronto para a luta

 Medi alguns dos meus sinais vitais hoje, 15/05/25. Os resultados são estes:

                                            Pulsação
Pressão
Temperatura 
Oxigênio 
Glicose
Conjunto